Com o objetivo de promover a imunidade coletiva e atender melhor a uma parcela da população que necessita de mais cuidados, a Prefeitura de Santa Maria ampliou a vacinação domiciliar para as pessoas autistas. A iniciativa já teve início e ocorre por meio de roteiros de visitas aos finais de semana conforme a organização por proximidade de endereços. O cadastro para a pessoa receber a dose em casa se dá por meio do Whatsapp do Setor de Imunizações (abaixo), da Secretaria de Saúde.
A vacinação domiciliar não é algo novo em Santa Maria. Desde a pandemia de Covid-19, acamados e pessoas com limitações de locomoção recebem doses em suas residências durante as campanhas de vacinação, principalmente contra a gripe. A inclusão dos autistas nesses cronogramas se dá pela aprovação de lei do vereador Lorenzo Pichinin a fim de possibilitar uma imunização mais tranquila e em ambiente mais confortável.
Conforme os cadastros da Carteira de Identificação da Pessoa com TEA (CipTEA), a estimativa é de que Santa Maria tenha mais de 2 mil pessoas autistas. No último domingo (26), duas pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA) foram vacinadas contra a gripe no local onde moram, além de 20 acamados. Outros autistas já receberam as doses em unidades de saúde. Aquelas pessoas que já entraram em contato com o Setor de Imunizações, a maioria aguarda o período correto de fechamento dos esquemas vacinais.
Vacinação domiciliar
Para quem
– Crianças, adolescentes e adultos com Transtorno do Espectro Autista (TEA)
– Pessoas acamadas e/ou com limitações de locomoção
Como funciona o cadastro
– Contato pelo Whatsapp do Setor de Imunizações: (55) 99167-4172
– Atendimento por Whatsapp das 7h30min ao meio-dia e das 13h às 16h30min, de segunda a sexta-feira (exceto feriados)
– Nesse contato, serão coletados os dados do usuário para avaliação da situação vacinal
– A equipe fará contato telefônico com antecedência de até 24 horas para confirmar a visita
Quais vacinas
– A prioridade é a vacina contra a gripe
– Havendo a necessidade de outras vacinas conforme o calendário vacinal, o vacinador avalia no momento da visita, uma vez que depende da faixa etária da pessoa a ser vacinada
Foto: Samuel Marques/PMSM
